Mutirões Florestan Fernandes e José Maria Amaral

Os Mutirões Florestan Fernandes e José Maria Amaral estão em construção. A proximidade desses projetos de autogestão à cidade adjacente e a moradias estatais, desenvolvidas pelo mercado com fins lucrativos, destaca as grandes disparidades na qualidade da construção. Os projetos de autogestão são maiores, feitos com materiais mais sustentáveis e duradouros, e projetados para atender às necessidades e os desejos dos moradores. Este projeto, em particular, é notável pelo seu design de acessibilidade de longo alcance: para integrar a acessibilidade ao design, em vez de um acesso separado para os moradores que precisam, foi criado um caminho sinuoso entre os edifícios. Quando finalizado, o projeto terá um total de 396 unidades.

O Processo

Método de projeto com a coordenação: As primeiras discussões foram com a coordenação da associação, a partir da indicação de terrenos e da discussão das possibilidades aferidas. As propostas eram levadas para a assembleia e retornavam para a coordenação. Material de apoio: plantas, apresentações e maquetes.


Questões trazidas pelas famílias: Conceito de projeto, entre lâmina e torre; localização e utilização da sacada; tamanho da lavanderia; possibilidade do terceiro quarto.


Mutirão: Cada família participa com 2 dias de trabalho mensal, em tarefas de baixa especialização e que não envolvem trabalho em altura, até o fechamento dos prédios. Além disso, a vigília do terreno e da obra é feita pelas próprias famílias em regime de revezamento.

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"It’s all women, all the work and coordination."

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